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500 Dias Com Ela (500 Days Of Summer)

21 fev

Hey Guys!

Eu dei uma esquecida aqui do Slug, desculpem-me T_T. Mas voltando à ativa e com tudo (\õ/). Esse post tratará sobre um filme que eu vi esses dias, muito fantástico, o 500 Dias Com Ela com os atores Joseph Gordon Levitt e Zooey Deschanel interpretando respectivamente os protagonistas Tom e Summer.

Pois bem, o filme se passa num relacionamento entre Tom e Summer. Summer é a mais nova contratada do chefe onde Tom trabalha, e logo de cara se encanta por ela, seu sorriso meigo, olhos claros e divertidos, e um visual que lembra os anos 80’s (alias todos os personagens tem uma roupa que lembra essa época, inclusive o cenário, porém não se passa, porque você pode até ver eles acessando a internet, e jogando nintendo wii SHAUSHASU).

"a cena mais épica do filme, ele está ouvindo The Smiths - There is a Light That Never Goes Out (vou botar um player pra vocês ouvirem no final do post) eae ela comenta que gosta da banda e tals', o que cria uma SUPER esperança nele de que finalmente ela tá dando sopa.

“a cena mais épica do filme, ele está ouvindo The Smiths – There is a Light That Never Goes Out (vou botar um player pra vocês ouvirem no final do post) eae ela comenta que gosta da banda e tals’, o que cria uma SUPER esperança nele de que finalmente ela tá dando sopa.”

Enfim, Tom se interessa por Summer e divide essa experiência com seus amigos mais próximos que o encorajam a tentar conquistá-la também. Summer se mostra uma mulher independente, e desprendida de qualquer relacionamento sério, enquanto Tom tem uma expectativa diferente de ‘relação’ para com ela. E daí se iniciam os 500 dias com ela.

O filme vai decorrendo exatamente em 500 dias, as vezes pula para o 355º dia, e volta para o 45º dia, o que difere a etapa da relação deles, e consequentemente o humor de ambos. Logo no inicio ele chora e desabafa com os amigos pelo fim do ‘namoro’, e nesses dias em que passou com ela, se passa como rolou toda a história dos dois. Ela termina por justamente não crer no amor, e num relacionamento sério, na verdade ela se mostra desprendida desde o inicio para com a relação, o que vai agravando a dependência de Tom. ):

Eu ri muito com esse filme, ele fica tão desesperado, e depressivo por ela, que acaba se tornando incrivelmente engraçado, (como agente gosta do sofrer alheio né? D:), e o filme tem uma pegada meio realística, interior mesmo, qualquer um se identifica com ambos os lados, ou se familiariza, todos já viram uma situação como essa. HSUAHSUAS’

“Tom é formado em arquitetura, porém seu trabalho não tem nada haver com seu diploma, ele então a convida para dar um passeio, e nessa ele comenta que gostaria que fizesse com que as pessoas admirassem mais a paisagem dos prédios, a arquitetura e todo trabalho envolvido, Summer da seu anti-braço para que ele desenhe como ele deixaria o visual dos prédios da cidade”

Enfim, eu não vou contar o final do filme, mas posso dizer que esse filme demonstra o quão nós temos de lidar com frustrações, não só como os de Tom, (não trabalhar com o que se gosta, não ser amado pela garota que o ama da mesma forma e etc). Como também os de Summer, (mas esses só vendo o filme moçada), e faz com que pensemos sobre como a vida necessita de mudanças, há pessoas que vêm e pessoas que se vão, essa é a graça! (ficou muito ‘frase de auto-ajuda’ do facebook, HSUASHAUSHUSH).

Isso é tudo, espero que tenham curtido, e como eu disse, vou postar aqui a música do The Smiths pra finalizar esse dia de carnaval chuvoso com chave de ouro. Beijão ;*

[audio http://dl.dropbox.com/u/57904311/13%20There%20Is%20a%20Light%20That%20Never%20Goes%20Out.mp3|title=There is A Light That Never Goes Out|artist=The Smiths]
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